sexta-feira, 3 de junho de 2011

A obesidade do corpo... e da alma?!‏


O mundo trata da obesidade do corpo... mas e a obesidade da alma?
 
Não estamos inchados de gordos pelos pecados de idolatria, orgulho, luxúria, ira, inveja, difamação, cobiça...? Todos -magros e gordos, ricos e pobres, homens e mulheres, bons e maus, cristãos e anticristãos- morreremos e seremos julgados, não apenas pela gordura do corpo como resultado dos pecados da gula e da preguiça, mas principalmente pela obesidade da alma. É pelo mau uso do corpo (um dom de Deus) que nossas almas serão julgadas.
 
O texto abaixo cita a importância do cálcio para a saúde, sem mencionar o cálcio perdido por ação do ácido carbônico dos refrigerantessobre os tecidos (nervos, músculos, ossos). Cita que, apesar da mudança de hábitos, a obesidade continua em aumento. Isto faz lembrar osVENENOS -bisfenol A (BPA) e ftalato- do PLÁSTICO, que foi imposto em tudo na vida humana diária -embalagens que contaminam alimentos, utensílios (copos, pratos, talheres), eletrodomésticos, veículos, roupas, etc., etc., etc. Sem esquecer que todo o lixo plástico é degradado e essas substâncias tóxicas, junto com os hormônios dos anti-concepcionais, são levadas para os reservatórios naturais da água usada para... nosso CONSUMO!!!
 
bisfenol A (BPA) e o ftalato são DISRUPTORES ENDÓCRINOS, porque interferem na ação dos hormônios corporais. Mas não são os hormônios que regulam o comportamento e as atividades sexuais?! Não me espanta ser esta a principal causa da mudança do comportamento sexual masculino no mundo.
 
Este é um mal que afeta toda a humanidade atual, como um castigo permitido por Deus, por causa do nosso maior pecado atual -aIDOLATRIA, refletida em tantas seitas de hereges e de pagãos. Já que as nações e seus povos não podem ser castigados na vida eterna, então devem ser punidos ainda aqui na terra pelos crimes coletivos. E o castigo da idolatria -pecado contra a natureza de Deus- é a sodomia -pecado contra a natureza do homem-.
 
Os meios para alcançarmos a Misericórdia de Deus e nossa eterna salvação são ORAÇÃO e SACRIFÍCIO, uma vida diária de CONVERSÃO e SANTIFICAÇÃO até o último suspiro.
Vem, Senhor Jesus, ressuscitar-nos dos mortos pelo pecado e salvar-nos da condenação ao fogo do inferno de horrores por toda a eternidade.
---

Obesidade: micro-organismos da flora intestinal e contato com substâncias tóxicas têm impacto no peso, diz ciência

27 de maio de 2011 | 7h 32       Mariana Lenharo - Jornal da Tarde
Ganhar peso não depende apenas do equilíbrio entre a quantidade de calorias ingeridas e a energia gasta com atividades físicas ou da herança genética. Essa equação pode contemplar pelo menos mais três variáveis, como o tipo de bactéria que a pessoa tem em sua flora intestinal, o grau de exposição a substâncias tóxicas e a quantidade de cálcio que ela ingere, de acordo com pesquisadores brasileiros que ontem se reuniram para debater o assunto.
Paulo Liebert/AE
O tema foi discutido no simpósio Causas não clássicas da Obesidade, durante o 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica, em São Paulo. Um dos palestrantes, o endocrinologista Mário José Abdalla Saad, professor de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, diz que começou a pesquisar sobre o papel da flora bacteriana intestinal na obesidade há quatro anos e sua primeira pesquisa sobre o assunto foi publicada em 2006 pela revista científica Nature.
"O número de bactérias que habita nosso intestino é 10 vezes maior do que o número de células do nosso próprio organismo. Por isso, achar que elas não têm nenhum papel relevante em doenças é um pouco de inocência", analisa. Segundo ele, bactérias presentes no intestino do obeso são diferentes das observadas no intestino de um indivíduo magro, tanto em ratos quanto em seres humanos.
Agora, os cientistas investigam como essas bactérias interferem na gordura corporal. Uma das possibilidades é a de que alguns tipos de bactérias, mais frequentes no trato intestinal dos gordinhos, extraiam a energia dos alimentos e a repassem para o organismo do indivíduo, induzindo ao ganho de peso. Enquanto isso, outras bactérias, mais comuns no intestino dos magros, extraem e consomem essa energia, o que favorece a manutenção de um corpo esbelto.
O objetivo das pesquisas é criar um tratamento para a obesidade com base no mecanismo de atuação das bactérias intestinais. "Só é preciso tomar cuidado para não aparecerem ‘milagreiros’ oferecendo tratamentos com antibióticos ou probióticos que prometam o fim da obesidade", alerta Saad. Ele explica que a "eficiência" das bactérias varia de pessoa para pessoa e que, hoje, os estudos ainda estão sequenciando o DNA desses micro-organismos para entender melhor o processo.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), é plausível que o excesso de peso esteja relacionado a fatores que não são usualmente investigados como causas para o problema. Para ele, crescimento da obesidade está atualmente desproporcional à modificação dos hábitos da população. "Não vale mais essa história de que o obeso é um sem-vergonha que come muito e que não se exercita. Há uma série de outros fatores que contribuem para isso", diz.
Segundo Halpern, o trabalho de Saad traz um campo novo de estudos e uma esperança de tratamentos para o futuro. "Além de sabermos que obesos têm bactérias diferentes das de pessoas magras, algumas experiências mostram que se pegarmos as bactérias de um animal obeso e passarmos para o animal magro, ele tende a engordar", explica.
Embalagens e pesticidas têm ligação com a gordura
Entre as causas não clássicas de obesidade discutidas ontem no 15º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica estão osdisruptores endócrinos. São substâncias tóxicas que interferem na ação dos hormônios corporais e podem estar em plásticos, agrotóxicos, produtos de limpeza e embalagens de alimentos. A mais popular delas é o bisfenol A, que foi alvo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no mês passado - quando os fabricantes, em todo território nacional, passaram a ser obrigados a informar a presença do composto em seus produtos.
Testes em laboratório comprovaram que substâncias como o bisfenol A, presente em latas de refrigerante (qualquer lata que tenha uma película plástica internae até em mamadeiras, aumentaram o risco de obesidade em ratos, relata o médico Nelson Rassi, chefe da Divisão de Endocrinologia do Hospital Geral de Goiânia e professor visitante do Jackson Memorial Hospital, da Universidade de Miami. Segundo ele,um levantamento nos EUA mostrou que 95% das crianças e adolescentes daquele país apresentam bisfenol A na urina. Outro composto que teria relação com a obesidade, segundo Rassi, é o ftalato, usado em plásticos, perfumes e loções. De acordo com ele, a substância teria a capacidade de aumentar o volume das células corporais. A tributirina, fungicida usado no tratamento de madeiras, exerceria efeito similar, diz Rassi.
Professor da Universidade de Pernambuco, o médico Luiz Henrique Griz apresentou, com base em um compilado de estudos internacionais, a possível relação entre cálcio, vitamina D e ganho de peso: quanto menor o consumo desses nutrientes, maior o risco. "Vitamina D e cálcio não são uma solução mágica para perder peso, mas têm papel importante nesse processo."
Maus hábitos ainda pesam mais na balança
A obesidade tem sido alvo cada vez mais frequente de investigações científicas. E não é por acaso: os homens acima do peso, por exemplo, já são maioria no País e também na cidade de São Paulo, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, 15% da população da cidade está obesa.
Mas no caso da capital, os maus hábitos têm grande parcela de culpa. O paulistano está acima da média nacional no consumo derefrigerantes e carne gordurosa. E se exercita menos do que a maioria dos outros brasileiros: na cidade, só 13,7% da pessoas seguem as indicações da Organização Mundial de Saúde para a prática de exercícios, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico (Vigitel).

Nenhum comentário:

Postar um comentário